O Centro Espírita São Benedito é uma casa de Umbanda, onde se presta a caridade, o amor fraterno e o bem. Nossa casa está aberta aos sábados oferecendo tratamentos espirituais gratuitos, como passes e consulta com os guias ( Caboclos, Pretos Velhos, Exus e Crianças).
São Benedito
terça-feira, 22 de março de 2016
segunda-feira, 21 de março de 2016
Na Umbanda o uso das flores é muito importante, tendo sido iniciado com a própria religião.
O evento da criação da Umbanda, pelo médium Zélio de Morais em 1908, começou com ele levantando, no meio de uma sessão espírita e falando: "Aqui está faltando uma flor". Saiu da sala indo ao jardim e voltando com uma flor, que colocou no centro da mesa. Essa atitude causou um enorme tumulto entre os presentes. Restabelecidos os trabalhos, manifestaram-se nos médiuns kardecistas espíri...tos que se diziam pretos velhos e índios.
Nos Terreiros Umbandistas, o ponto focal é o Congá, altar profusamente enfeitado com flores, que simbolizam a energia dos diferentes Santos e Orixás. A energia que emana das flores (bioplasma) torna o ambiente fluidicamente harmonizado, favorecendo a atuação das Entidades que a manipulam e potencializam. Desta maneira, as flores auxiliam na condensação e expansão de energias.
Quando se fala que determinada flor é consagrada a um Orixá, o que se quer dizer na verdade é que essa flor oferece condições para tornar mais eficaz a manipulação energética para determinado fim, na energia correspondente daquele Orixá.
Na consulta individual, a manipulação energética de determinada flor é direcionada para o problema específico do consulente, levando em consideração o tipo de questão e as características da flor.
A flor manipulada pelo Guia e entregue ao consulente será a continuidade da energia trabalhada no Terreiro, como se fosse um remédio prescrito e que será ministrado no decorrer dos dias, através de vibrações, enquanto essa planta permanecer viva. Vale lembrar que uma postura moral adequada, orações e mentalizações poderão facilitar a absorção desses fluidos positivos. A flor também funcionará como um para-raio, sugando energias negativas do ambiente e devolvendo-as já positivadas.
Além disso, as flores são utilizadas com muita freqüência nas oferendas e nos banhos de proteção.
Quando recebemos por intermédio de uma Entidade uma flor, devemos recebê-la, tratá-la e utilizá-la de forma bastante especial e acima de tudo com respeito pelo o que ela representa, já que ali se encontra concentrada enorme carga fluídica, que além de promover benefícios a quem recebe, irá espraiar-se no ambiente onde ela for colocada.
Utilize as flores com sabedoria, pois simbolizam a grande ajuda que o Plano Espiritual procura nos entregar.
sábado, 19 de março de 2016
Existem relatos de que o incenso foi criado na Índia há cerca de 6000 anos a.C. Entretanto, em todas as religiões encontramos a queima ritualística de ervas aromáticas. A finalidade deste instrumento sempre foi a harmonização e limpeza do ambiente, a obtenção de proteção e o estabelecimento de uma ligação com o plano espiritual.
Fonte: Livro Incenso – Leo Vinci – Ed. Hemus 4a ed.
sexta-feira, 18 de março de 2016
A auto-obsessão é muito mais comum do que imaginamos. De acordo com Emmanuel, vivemos em um oceano de vibrações, as mais diversas possíveis. Dentro disso fazemos a nossa sintonia. Cada um de nós vibra em um determinado padrão e este vai sintonizar com outro de mesma equivalência ou polaridade. As nossas sintonias e ligações podem desencadear um processo de auto-obsessão.
"Dize-me com quem andas e te direi quem és" pode ser ajustado para "Dize-me o que pensas e te direi com quem andas". Ou seja, o pensamento atrai e estabelece sintonias nem sempre benfazejas. Forma-se, então, uma relação de simbiose, em que uma coisa vitaliza a outra.
Na auto-obsessão o indivíduo provoca e alimenta o próprio sofrimento. A influência de Espíritos trevosos seria somente uma conseqüência e intensificaria as características desse padrão de pensamento. Em suas origens podem ser encontradas vivências de vidas passadas, crenças religiosas e educação recebida no ambiente familiar. Exemplos de auto-obsessão: idéias negativas da vida, auto-desvalorização, sentimento de rejeição, vitimização, mania de perseguição e culpa excessiva.
André Luiz define esse processo de auto-obsessão como a consciência atuando como algoz, havendo uma tendência ao abismo e à negatividade. Essa tortura a qual o próprio indivíduo se submete facilita a instalação de distúrbios físicos e mentais, como a depressão e a paranoia. O doente cria larvas astrais que são formas-pensamento originadas da viciação mental e/ou emocional da consciência, de atitudes, pensamentos e sentimentos desequilibrados.
Contudo, o indivíduo não se vê como principal responsável desse processo, tendendo a culpabilizar o outro, o mundo e a espiritualidade. Como contou André Luiz em Obreiros da Vida Eterna: "O ser humano, na atualidade, conhece melhor o Oceano Pacífico do que sua própria personalidade".
Para sair desse ciclo vicioso é fundamental a busca pelo auto-conhecimento e um trabalho de reforma íntima. De nada adianta todo o tratamento espiritual se o indivíduo não se implicar e procurar mudar a sua postura de vida.
Autores consultados: José Maria Medeiros e Carlos G. Steigleder
Autores consultados: José Maria Medeiros e Carlos G. Steigleder
quinta-feira, 17 de março de 2016
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